
Vi pela primeira vez (verei outras, em breve) Juventude em Marcha (Portugal, 2006), de Pedro Costa. Quando terminou o filme, tive vontade de berrar descontroladamente, mas me encontrei encolhido na cama, amolecido feito água, incapaz de dizer nada. Não dá, evidentemente, para escrever nada sobre ele agora. Apenas a título de provocação – e para manter o tom afetado que às vezes toma conta desse blog -, eu repito aqui o que foi dito sobre o filme por ocasião de sua passagem pelo festival do Rio: só por coincidência, Juventude em Marcha chama-se, junto com outros filmes, cinema. Chega a dar medo.
janeiro 3, 2009 às 1:05 am
Sou fã dessa afetação…
É o tipo de comentário que, vindo de você, me deixa louco para experimentar o negócio tocado…